[ Primeira ]
Ele: Não é bobagem eu te ver caminhando por ai e ficar tremendo, zonzo, tarado e, ao mesmo tempo, cheio de orgulho porque, porra, é comigo que você passa as tardes. Mas...
Ela: Mas...?
Ele: Mas de que adianta a gente passar as tardes juntos se eu nem sei o que a gente é.
Ela: Como assim?
Ele: O que a gente é, ora.
Ela: Desculpa, mas não entendi mesmo.
Ele: Ah, não me faça falar.
Ela: Falar o quê?
Ele: Falar em... namoro.
Ela suspirou ao mesmo tempo que envolveu seus braços no pescoço dele, os olhos fechados e, em um beijo, respondeu o que ele não perguntou, mas cuja resposta estava ansioso para ouvir e sentir.
[ Segunda ]
Ele: Não é bobagem eu te ver caminhando por ai e ficar tremendo, zonzo, tarado e, ao mesmo tempo, cheio de orgulho porque, porra, é comigo que você passa as tardes.
Ela: Cadê o seu ‘mas’?
Ele: Que ‘mas’?
Ela: Da última vez, você usou uma frase parecida, mas ela tinha um ‘mas’ no final.
Ele: Como assim?
Ela: Você falava do que a gente é, ora.
Ele: Desculpa, mas não me lembro mesmo.
Ela: Então você vai me fazer falar.
Ele: Falar o quê?
Ela: Falar em... namoro.
Ele suspirou ao mesmo tempo que envolveu seus braços no pescoço dela, os olhos fechados e, em um beijo, respondeu o que ela não perguntou, mas cuja resposta estava ansiosa para ouvir e sentir.

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